O jogo de Trump com Rússia e Ucrânia
- Luan César da Costa
- 12 de mar.
- 2 min de leitura
O presidente norte-americano está fazendo o que em São Paulo e no Rio de Janeiro é o chamado "jogo de morde e assopra": um dia desses chamou o presidente ucraniano Volodmyr Zelensky de ditador por não convocar eleições e nessa semana ele voltou a dar dinheiro para a Ucrânia, chamou o presidente russo Vladmir Putin para discutir o fim da Guerra da Ucrânia chamando a guerra de "idiota" e ameaçando impor sanções e depois chamou o líder ucraniano de ditador para agradar Putin.
Rearmar a Europa
É óbvio que os líderes europeus precisam se desprender da OTAN, todavia seria interessante refazer o mapa do Velho Continente assim como fez o Congresso de Viena em 1816 depois da queda de Napoleão Bonaparte para reforçar exércitos que não têm muito contingente: a Bélgica é composta por regiões que falam francês, neerlandês e alemão e a Suíça é composta por regiões que falam francês, italiano, romanche e alemão - no caso suíço deveria ser preservada o máximo possível da autonomia dos cantões e preservada como parte da Suíça apenas a parte que fala romanche. Também seria interessante para Grã-Bretanha, França, Portugal e Espanha voltar a ter seus antigos territórios na América e na Oceania para aumentar seu contingente militar e aumentar a força militar em impérios que teriam ampla participação dos territórios americanos.
Existe de fato uma ameaça de Putin?
O presidente francês Emmanuel Macron estava falando sobre o assunto como se ele estivesse querendo salvar seu governo impopular.
É óbvio que tem que haver garantias para evitar que Putin faça uma nova guerra expansionista, todavia os russos estão ficando saturados da guerra e uma nova guerra poderia aumentar a pressão em cima de Putin.
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