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O cristão nunca pode se restringir apenas à vida espiritual

  • Luan César da Costa
  • 10 de jun. de 2024
  • 1 min de leitura

Olha, que coisa cafona é organizar uma dita festa junina e lá tu só podes cantar músicas católicas e a quadrilha só pode dançar músicas católicas e protestantes (gospel). A expectativa é que quem vai, vai se divertir sem ouvir aquelas músicas de duplo sentido da banda Mastruz com Leite que predominam nas quadrilhas cearenses e a realidade é que tu estás na versão junina do festival Halleluya, o que contribui para que quem não conhece direito a Igreja Católica veja a gente como se visse aquelas igrejas evangélicas onde tu não podes ver e pensar em outra coisa que não seja alguma coisa religiosa.

Caso a pessoa não poder ter divertimento (que não seja pecaminoso por óbvio): não poder dançar uma música comum, não poder assistir futebol, não poder acessar o celular, não poder trabalhar, não poder ver um programa interessante só por estar passando na televisão etc.; a pessoa vai ficar neurótica e vira justamente atéia, vai praticar outra religião ou não vai mais pensar nisto. Isto acontece no segmento protestante fundamentalista: o que tem de gente fugindo de igreja protestante por causa dessas neuroses não está escrito e acontece em algumas comunidades católicas mal esclarecidas também.

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