Graças a Deus houve a demissão de Boninho da Globo
- Luan César da Costa
- 25 de set. de 2024
- 2 min de leitura
Boninho foi um o maior responsável individual pela decadência da programação da TV brasileira por criar os piores programas da Rede Globo de Televisão, a líder isolada de audiência: no caso dele foi com o formato horrível estrangeiro "Big Brother Brasil" - o programa global campeão de reclamações nos anos 2000 - e com fracassos em audiência e crítica como "Estrela da Casa", "Pipoca da Ivete Sangalo", "Minha mãe cozinha melhor que a sua", "Zig Zag Arena" etc.
Com relação ao "Big Brother", o formato sofre mudanças de acordo com o país e portanto o formato no Brasil poderia mostrar pessoas se desenvolvendo enquanto estão isoladas do mundo; mas mostra pessoas sem ter o que fazer o dia inteiro em um ambiente cheio de luzes ofuscantes e bagunça, o que gera conversas bestas e brigas que geram audiência. Mas não haverão grandes mudanças porque a elite neoliberal quer uma televisão emburrecedora.
Eu só vi ele admitir em entrevista ao programa "Lady Night" apresentado por Tatá Werneck exibido na Rede Globo e no canal pago Multishow que a contratação de Luiz Thunderbird foi um erro. Este programa não é da minha época.
Graças a Deus eu nunca vi nem rapidamente "Pipoca da Ivete Sangalo", "Minha mãe cozinha melhor que a sua" e "Zig Zag Arena" porque eu assistia no horário desses programas o futebol europeu exibido nos canais da ESPN Brasil.
Ah, o Boninho vai para o SBT! O pai dele, o Boni, é dono da Rede Vanguarda que transmite a Rede Globo para uma parte do estado de São Paulo; mas ele não gosta do trabalho do filho. Boni ainda testa inovações nas emissoras dele.
Eu gosto de fazer um trabalho bonito e atraente porque eu tive a oportunidade de visitar a sede da afiliada cearense da Rede Globo, a TV Verdes Mares, em 24 de abril de 2010 e me inspirei no trabalho global criado por Boni e pelo designer alemão Hans Donner que ainda havia por lá para eu querer fazer o meu trabalho e fico realmente triste com a decadência da TV por ainda ser o único veículo de comunicação que chega nos lugares mais distantes do Brasil.
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