Hoje eu compreendo os fãs de músicas pop: se a menininha pré-adolescente ouve um grupo ou cantor de música pop, por causa do comportamento correspondente à sua pouca idade, ela pega este grupo para si porque algumas músicas traduzem os comportamentos dela - e as indústrias musicais norte-americana, europeia, coreana, brasileira e hispano-americana sabem muito bem disso.
Quando nós somos meninos adolescentes, nós vemos com estranheza elas por comportamento de tribo, mas teve uma em especial que eu conheci na minha pré-adolescência que é tão fã desses cantores que este comportamento diferente dela se incorpora tanto ao lado simpático quanto ao lado melancólico dela. Então no caso dela, este comportamento nessa moça é mais fácil de entender.
Eu assumo que só porque eu tive desentendimentos com esta menina que hoje é uma biomédica (médica responsável por exames de sangue), eu coloquei como uma das metas desse ano tentar compreender mais como a cultura pop influencia as pessoas. Conhecer um pouco mais para entender mais estas pessoas.
Minha experiência com fãs de k-pop
Teve outra fã que eu entrevistei em 2020 na matéria "K-pop: o pilar da vida dos fãs" que foi a dona do grupo "Armys de Fortaleza" que foi um fã-clube que tentou trazer o grupo sul-coreano BTS para Fortaleza que foi simpaticíssima comigo. Teve outra que foi minha colega de classe em 2018 que lutou para o BTS começar a ser tocado na rádio Cidade FM de Fortaleza em 2017.
Mas com as fãs de k-pop da minha classe em 2018 e 2019, o meu comportamento foi o comportamento tribal de adolescente: piadinhas que eu fiz sem querer entendê-las.
Comments